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Coreia do Sul: Ordenado o primeiro sacerdote mudo da Ásia Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
ImageO coreano Park Min-Seo é mudo desde os dois anos. Foi ordenado sacerdote em 6 de Julho passado

É o primeiro sacerdote mudo da Ásia e um dos 14 de todo o mundo. Só começou a frequentar a escola para mudos, quando a escola pública o rejeitou. Entrou então na Escola Nacional de Surdos e aprendeu a linguagem gestual. O encontro com um professor católico fê-lo mudar de ideia quanto ao seu futuro. Foi baptizado em 1985 e, em vez de seguir o caminho da arte, quis entrar no seminário.

O baptismo transformou a sua vida. Depois de baptizado, decidiu dedicar-se ao serviço dos mudos. Enquanto estudava design industrial, fazia voluntariado na Associação Católica de Surdos. Durante esse período, nasceu nele o desejo de se tornar sacerdote.

Inspirado pelo exemplo do primeiro padre surdo norte-americano, em 1994, foi para os Estados Unidos estudar matemática e filosofia. Entrou no seminário de Saint Joseph, frequentando um curso para surdos interessados na vida sacerdotal.


Em 2004, completou o mestrado em teologia na Universidade de Saint John, de Nova Iorque. Após 10 anos de estudo, regressou à Coreia. Seu pai falecera no dia anterior. Foi ordenado diácono e, em 6 de Julho, sacerdote.

Sendo o primeiro padre surdo, são muitas as expectativas que o rodeiam. Sobretudo espera-se, através dele, que a Igreja possa aproximar-se do mundo dos surdos. Em 15 de Julho celebrou missa na Associação Católica de Surdos. Iniciou deste modo o seu apostolado entre a comunidade das pessoas com deficiência auditiva.
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La opción por el pobre después de Aparecida: Confirmación, desafío, y búsqueda
INTRODUCCIÓN
 
El objetivo de la ponencia que les voy a compartir es triple:
 
Primero: mostrar cómo Aparecida tiene el inmenso valor no solo de confirmar ( G. Gutiérrez emplea el término de reafirmar) el valor y el sentido de la Opción por el Pobre, expresión que empezó a utilizarse en la Teología desde la Conferencia de Medellín y que popularizó y divulgó la Teología de la Liberación, sino sobre todo, de poner un punto final a las discusiones, ambigüedades, diversidad de interpretaciones que suscitó esa expresión y sobre todo de mostrar el valor fundamentalmente evangélico de la manera de pensar y de actuar que conllevaba la práctica de esta Opción por el pobre.
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