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Portugal: O cristão vive novos desafios |
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Scritto da Lucília Oliveira | FÁTIMA MISSIONÁRIA
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Já regressaram às suas casas os participantes do congresso "Viver o Cristianismo no século XXI " Caminhos de santidade"
“O cristão tem de olhar para o futuro com criatividade e a comunidade católica deve enfrentar os novos problemas das pessoas desempregadas e os da mobilidade do emprego, de modo a que sintam que continuam a ser úteis, pois assim poderão continuar a desempenhar o seu papel de cidadãos”.
Esta é uma das dez conclusões apontadas neste IV Congresso da Família Missionária da Consolata que reuniu em Fátima, 350 congressistas. Os trabalhos já terminaram, depois de dois dias de intensa vivência missionária além da aprendizagem e reflexão sobre a santidade.
Só através da leitura dos sinais de Deus e do mundo é que o cristão pode “intervir na conversão das estruturas da sociedade” é outra das conclusões lidas durante a eucaristia final de encerramento dos trabalhos do congresso. Os cristãos são desafiados a partilhar as suas experiências de vivência em família. Apesar das contrariedades da vida familiar actual exige-se organização e esforço para que “conquistando o tempo necessário, todos sintam que entre eles circula o amor orientado pela fé cristã”, pode ler-se nas conclusões.
Santidade é transformação
A santidade do beato Allamano é "eclesial", como "experiência vital de comunhão participada e partilhada, e como capacidade de abraçar a todos sem excluir ninguém", afirmou P. Darci Vilarinho, imc
O director do centro de Espiritualidade da Consolata defendeu que a santidade do fundador do Instituto Missionário da Consolata é “moderna” porque “menos ascética, mas mais mística, coloca o amor em primeiro lugar”. Trata-se de uma “santidade social, concreta, transformadora dos corações e das estruturas”.
Na conferência “Santidade de Allamano, força transformante da pessoa e do meio ambiente”, o missionário referiu que a missão é vista, pelo fundador, como transformação das pessoas. Para ser instrumento de salvação para o mundo, o que é preciso é “oferecermo-nos a Ele para que nos consuma no fogo do seu amor, de modo que transformados por Ele, possamos transformar os outros”.
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