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Santidade de Allamano: uma força transformante da pessoa e do ambiente |
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Scritto da P. Darci Vilarinho, imc
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INTRODUÇÃO
“O renovado impulso para a missão ad gentes exige missionários santos. Não basta explorar com maior perspicácia as bases teológicas e bíblicas da fé, nem renovar os métodos pastorais, nem ainda organizar e coordenar melhor as forças eclesiais: é preciso suscitar um novo «ardor de santidade» entre os missionários e em toda a comunidade cristã, especialmente entre aqueles que são os colaboradores mais íntimos dos missionários”(Redemptoris Missio, 90).
“A universal vocação à santidade está estritamente ligada à universal vocação à missão: todo o fiel é chamado à santidade e à missão. Este foi o voto ardente do Concílio ao desejar, «com a luz de Cristo reflectida no rosto da Igreja, iluminar todos os homens, anunciando o Evangelho a toda a criatura». A espiritualidade missionária da Igreja é um caminho orientado para a santidade” (RM 90).
A nossa santidade é um reflexo da vida da SS. Trindade em nós. “Como o sal dá sabor ao alimento e a luz ilumina as trevas, assim a santidade dá sentido pleno à vida, tornando-a reflexo da glória de Deus”1.
Ser reflexo da glória de Deus significa então ser santos, isto é, participantes da vida de Deus e da santidade que lhe é própria. Deus, que é amor gratuito e generoso não reteve ciosamente para si o que é seu (Fil 2, 6), mas partilhou tudo com os seus filhos, inclusive a santidade que é o seu mistério íntimo. A Bíblia é muito clara a este respeito, partindo da declaração do Levítico: “Sede santos porque eu sou santo” (Lv 19, 2) até chegar à recomendação de S. Paulo: “É esta a vontade de Deus: a vossa santificação” (1 Tes 4, 3).
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