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Brasil: Encontro de reflexão sobre a pastoral indigenista Stampa E-mail
Scritto da P. Gianfranco Graziola, imc   
ImageNos dias de 20 a 22 de novembre, a Casa Regional dos Missionários da Consolata foi lugar para uma reflexão sobre a realidade de Pastoral Indigenista e os desafios que a mesma coloca a cada missionário da Região da Amazônia.

O encontro, foi preparado por tempo através de uma carta enviada pela equipe articuladora a todas as comunidades da Região, acompanhada por dois textos de reflexão e por algumas questões que contribuiram para tornar os trabalhos mais concretos e organizados.

Após um primeiro momento de memoria histórica, em que foi relembrado o caminho percorrido por cada missionário, caracterizado por uma opção de vida que obrigou a pessoa a tomar uma atitude radical para com os povos indígenas, exigindo dele audácia e profetismo, num constante contacto e vivência com o povo, continuo-se com uma leitura atual da realidade ajudados nesta tarefa pelo contributo de Francisco Lebens, membro do CIMI – Norte 1, que colocou a realidade da política indigena no contexto em que o governo constituiu o Conselho Nacional de Políticas Indigenistas e a Organização das Nações Unidas Reconheceu os Direitos dos Povos Indígenas, salientando os desafios que esta nova situação está colocando ao caminho dos povos indígenas, com os seus direitos ainda questionados, a dificuldade de uma autonomia, o problema da terra ainda latente e não resolvido apesar das homologações, as grandes questões da educação e da saúde, além do esvaziamento dos movimentos sociais, cuja lideranças foram cooptadas por funções de governo e a consequente fragmentação das políticas públicas.


Usando o metodo VER – JULGAR – AGIR, o segundo dia foi dedicado a recolher os contributos das comunidades, que, em suas intervenções confirmaram a validade das opções e do trabalho realizado a partir dos documentos de 1978 e 1986, onde evangelização ritma com dignidade e identidade da pessoa, luta pela terra, organização do povo, encarnação, autodeterminação, alianças, sentido comunitário, educação, saúde, valorização cultural e o plano de Deus sobre nós.

Se por certos versos foi relativamente fácil ler a história e as ações nela realizada nestes anos, um pouco mais complicado foi concretizar quais as ações, os métodos, as soluções para dar respostas à realidade e à contingência do momento presente, onde assistimos a fatos constantes de corrupção e de atropelamento do caminho dos povos indígenas atraídos e seduzidos pelo mundo exterior que coloca em questão os grandes valores do povo e estabelece novos equilibrios.

As diferentes intervenções sublinharam a importância de novas atitudes e maneiras de ser presença no seio das culturas indígenas, passando do protagonismo ao serviço de uma presença que torna os povos e seus membros cada vez mais sujeitos ativos de sua história, autodeterminação, relação, alianças, etc.

Depois destes dias de refleção ficou claro que, os grandes desafios que se prospectam para o mundo indígena, exigem de cada missionário e de cada equipe missionária, um tempo mais prolongado de reflexão e aprofundamento da realidade para dar continuidade a um processo histórico que exige uma presença diferente mas igualmente importante para acompanhar processos altamente delicados e complexos como são os da saúde e da educação escolar, da terra, autodeterminação, organização istitucional do povo por meio de organizações, alianças, regionais, nacionais e continentais, sem esquecer a importância de um diálogo intercultural e inter-religioso que obriga cada pessoa a se preparar para uma inserção através de momentos concretos de formação e privilejando o aprendizado da língua.

Dada a particular situação de Roraima e a atitude anti-indígena presente na maioria da sociedade, adquire importância e relevância, o sonho por muito tempo acalentado de um Centro Cultural que, ao mesmo tempo recolha elementos da história dos povos e dê a possibilidade ao mundo da cultura e das universidades de aprimorar os seus conhecimentos, vencendo os atávico prejuízos, favorecendo o surgimento de uma dialética e diálogo entre os diferentes segmentos da sociedade, estimulando alianças entre grupos, sobretudo entre os mais pobres, objeto de manipulações políticas e vitímas de um processo de desenvolvimento que, exclui e elimina.

Positiva foi a avaliação dos participantes ao encontro, cientes que, a opção profetica dos missionários e missionárias da Consolata, que trabalharam ao longo destes sessenta anos em Roraima, continua a motivar o nosso agir missionário alargando hoje os nossos horizontes para a Amazônia, seus povos, culturas, afim de mais uma vez conjugar a evangelização com a vida, com a Amazônia que Deus criou e viu que era boa.
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Domenica Missionaria

I dom Avvento - B
I Domenica Avvento B

Nell’attesa della sua venuta

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Missione Oggi

La opción por el pobre después de Aparecida: Confirmación, desafío, y búsqueda
INTRODUCCIÓN
 
El objetivo de la ponencia que les voy a compartir es triple:
 
Primero: mostrar cómo Aparecida tiene el inmenso valor no solo de confirmar ( G. Gutiérrez emplea el término de reafirmar) el valor y el sentido de la Opción por el Pobre, expresión que empezó a utilizarse en la Teología desde la Conferencia de Medellín y que popularizó y divulgó la Teología de la Liberación, sino sobre todo, de poner un punto final a las discusiones, ambigüedades, diversidad de interpretaciones que suscitó esa expresión y sobre todo de mostrar el valor fundamentalmente evangélico de la manera de pensar y de actuar que conllevaba la práctica de esta Opción por el pobre.
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