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Coreia do Sul: Campeão na vida e na morte Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
ImageO campeão de boxe Choi Yo-Sam, de 33 anos entrou em coma após ter vencido o título Intercontinental de pesos ligeiros no dia de Natal. A 3 de Janeiro foi declarada a sua morte

Choi Yo-Sam permanece um campeão no coração das pessoas. Após ter entrado em coma, nunca mais recuperou a consciência. Após a morte e com a aprovação dos pais, foram-lhe retirados vários órgãos que vieram a salvar a vida de seis pessoas. Segundo os pais, ele tinha dito em vida que gostaria de doar os seus órgãos quando morresse.

Uma senhora de 58 anos recebeu o seu fígado algumas horas após a sua morte. No mesmo dia, um dos rins deu nova vida a um jovem de 20 e poucos anos, enquanto que uma jovem de 35 recebeu o seu coração.


Tal acto de generosidade e altruísmo levou a que os familiares dos receptores dos órgãos tomassem a decisão de se tornarem também eles doadores de órgãos. A decisão da família de Choi Yo-Sam não foi fácil. Na Coreia do Sul é ainda tabu atentar contra o corpo de um morto.

Este tabu está profundamente enraizado na tradição confuciana. De acordo com a Associação Coreana para a Distribuição de Órgãos, há mais de 20 mil pessoas à espera de um transplante. No ano passado, apenas 148 pessoas mortas tinham autorizado a doação dos seus órgãos.

A sensibilização da população é feita através de campanhas nos meios de comunicação social, nas igrejas e templos, para ultrapassar este tabu. O exemplo corajoso deste campeão irá suscitar mais campeões da vida mesmo após a morte.
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Primero: mostrar cómo Aparecida tiene el inmenso valor no solo de confirmar ( G. Gutiérrez emplea el término de reafirmar) el valor y el sentido de la Opción por el Pobre, expresión que empezó a utilizarse en la Teología desde la Conferencia de Medellín y que popularizó y divulgó la Teología de la Liberación, sino sobre todo, de poner un punto final a las discusiones, ambigüedades, diversidad de interpretaciones que suscitó esa expresión y sobre todo de mostrar el valor fundamentalmente evangélico de la manera de pensar y de actuar que conllevaba la práctica de esta Opción por el pobre.
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