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Coreia do Sul: Famílias separadas encontram-se a conta-gotas Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
Familiares sulcoreanos de uma coreana do NorteO Ano Novo Lunar é uma das principais festividades na Coreia.

Milhões de pessoas regressam à sua terra-natal para reverem familiares e amigos e visitar os túmulos dos seus antepassados. Mas para muitos, tal feliz reunião não é possível. Os seus familiares encontram-se do outro lado da fronteira que separa as duas Coreias.


O Ministério da Unificação anunciou que as agências da Cruz Vermelha das duas Coreias irão encontrar-se na “aldeia da trégua” de Pang Mun Jeom. Aí irão assinar um acordo que permitirá a troca de mensagens vídeo entre famílias separadas. Estas já se encontraram no passado, em pessoa ou por vídeo-conferências em tempo real.


Cada família terá a possibilidade de gravar um vídeo de cerca 20 minutos. Desta vez não haverá qualquer limite relativo ao número de membros que podem aparecer no mesmo. Infelizmente, esta iniciativa dará alegria somente a um pequeno número de famílias. O governo sul-coreano espera concretizar o plano de estabelecimento de um local permanente para que as famílias separadas possam encontrar-se de forma mais regular, apesar da relutância do governo do Norte.

A reunificação das duas Coreias está ainda longe de se concretizar. Seria bom que, ao menos, os milhares de coreanos que foram separados das suas famílias após a guerra de 1950-53 tivessem a possibilidade de se encontrarem. Os anos de vida que lhes restam já são muito poucos.
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