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Amazônia: A Região celebra a festa do Beato Allamano |
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Scritto da P. Gianfranco Graziola, imc
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Embora longe e por certo sentido perdidos aos confin do mundo, os Missionários e as Missionárias da Consolata da Região Amazônica não esqueceram o dia 16 de fevereiro, data que as nossas famílias missionárias celebram a cada ano com muito carinho e fervor.
A quem pense, que seja um dever celebrar essa recorrência, mas mais que um dever, é algo que vai renovando o nosso compromisso de consolação e missão que, o Espírito colocou no coração e na vida de um homem chamado José Allamano, compartilhado e vivido juntamente com o amigo e irmão Tiago Camissassa.
A celebração na sua semplicidade e singeleza, contou com a presença amiga de D. Roque Paloschi, que mais uma vez remarcou a gratidão da comunidade diocesana pela presença e ação nestas terras de Roraima e no meio dos mais excluídos e marginalizados, quais os povos indígenas.
Nesse mesmo dia tivemos a ocasião de saudar mais uma congregação que cegou nestes dias entre nós para sumar forças na obra evangelizadora, trata-se dos Irmãos Maristas, que dada a grande experiência com o mundo universitário e da juventude, poderão ser de grande ajuda, tendo em consideração que o mundo universitário está em continuo crescimento e, segundo as estimativas já se fala de uma população de mais de vinte mil pessoas.
Na sua homilia, o Pe. Fernando Vitorino Moreira da Rocha, lembrou aos presentes algumas expressões e atitudes do Allamano, sublinhando a validade e a força do carísma allamaniano na nossa missão, onde, contemplação e ação se fundem numa única vocação.
E como concretizar melhor hoje, celebrando os sessenta anos de nossa presença em Roraima e na Amazônia, a nossa missão, que uma renovada presença junto aos povos indígenas, os mais excluídos da sociedade e da realidade local, objeto de prejuízo e mais uma vez denigrados em sua dignidade humana. Além disso, uma atenção particular deve ser dada à Animação Missionária – Vocacional e aos jovens, para garantir o presente e o futuro de uma presença missionária e evangelizadora.
O convivio fraterno entre missionários, missionárias e Leigos missionários da Consolata, conluiu mais esse momento de celebração naquele espiríto de família que, o Allamano quis fosse sempre presente na missão e entre os seus filhos e filhas.
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