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Coreia do Sul: Mudam-se os tempos mudam-se as vontades Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
ImageNa Coreia do Sul ter um primogénito do sexo masculino era, em tempos passados, motivo de orgulho para muitas mães. Hoje não é assim. Pelo contrário

A condição da mulher na Coreia do Sul tem sofrido muitas alterações. Quando Park He-ran era jovem, as mulheres perguntavam-lhe, com alguma inveja, qual era o segredo dela. Tinha dado à luz três filhos. Hoje, com 61 anos, é confrontada com uma reacção bem diferente. Consideram-na uma mulher de pouca sorte.

A tradicional preferência pelos primogénitos masculinos tem decrescido ultimamente. A consequência é que o número de abortos realizados por causa do sexo feminino do feto começou a diminuir. Perante o aumento significativo do número de crianças do sexo masculino, as autoridades lançaram campanhas de sensibilização, a partir dos anos 70. Deste modo começaram a valorizar o sexo feminino.


Um slogan famoso dizia: “Uma menina que receba uma boa educação vale mais do que 10 filhos!”. Mas só nas últimas duas décadas a mudança de mentalidade começou a ganhar dimensões significativas. De acordo com um estudo do Banco Mundial, publicado em Outubro do ano passado, a Coreia do Sul é o primeiro de vários países asiáticos onde a acentuada desproporção entre os sexos tem tendência a corrigir-se.

Em 2007, nasceram 107 rapazes para cada 100 raparigas, ao passo que em 1990 eram 116 para cada 100. A mudança deve-se sobretudo ao factor económico. Ou seja, as mulheres começaram a tirar cursos universitários e a entrar em força no mundo do trabalho. Tornaram-se mais independentes económica e emocionalmente. A mudança não deixa de ter consequências negativas. Provocou o aumento significativo do número de divórcios, mas não há dúvida que os elementos positivos são bem mais significativos, tanto em qualidade como em quantidade.
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La opción por el pobre después de Aparecida: Confirmación, desafío, y búsqueda
INTRODUCCIÓN
 
El objetivo de la ponencia que les voy a compartir es triple:
 
Primero: mostrar cómo Aparecida tiene el inmenso valor no solo de confirmar ( G. Gutiérrez emplea el término de reafirmar) el valor y el sentido de la Opción por el Pobre, expresión que empezó a utilizarse en la Teología desde la Conferencia de Medellín y que popularizó y divulgó la Teología de la Liberación, sino sobre todo, de poner un punto final a las discusiones, ambigüedades, diversidad de interpretaciones que suscitó esa expresión y sobre todo de mostrar el valor fundamentalmente evangélico de la manera de pensar y de actuar que conllevaba la práctica de esta Opción por el pobre.
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