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Coreia do Sul: Novas directivas éticas para a medicina católica Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
ImageO Centro Médico Católico de Seúl publicou recentemente um novo Directório para a Ética da Medicina Católica, com novas directivas éticas e um código de conduta prático para as equipas médicas envolvidas com o tratamento dos doentes e pesquisa médica nas instituições de medicina Católicas.

Este novo directório propõe como base o espírito de respeito pela dignidade da vida humana e pelo amor a Jesus, o qual é um “curandeiro” e modelo para todos os médicos e restantes funcionários da área da medicina. É com este espírito que os doentes devem ser tratados.

O Directório também salienta a importância do respeito pelos direitos do paciente como ser humano e de todo o tratamento ser feito de forma integral, ou seja, fazendo atenção não só ao corpo, mas também à parte espiritual da pessoa. É feito também um apelo para que as pesquisas bio-tecnológicas e medicinais não sejam levadas a cabo contra a providência divina nem levem à destruição do ser humano, mas sim ao serviço da humanidade.


Este Directório é fruto da cooperação do Instituto Bioético Católico e a Comissão para a Vida da arquidiocese de Seúl. O antigo Directório, feito em 1991, foi inteiramente revisado: o novo apresenta critérios claros e resolutos, baseados nos ensinamentos da Igreja, relativos a temas controversos que nestes últimos anos têm vindo ao de cima, como a pesquisa embrional humana e as células estaminais, entre outros.

A revisão incide sobretudo sobre vários temas “quentes”, como o planeamento familiar natural, inseminação artificial, aborto, determinação do momento da morte, eutanásia, transplantes de órgãos e fertilização in-vitro.
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Domenica Missionaria

I dom Avvento - B
I Domenica Avvento B

Nell’attesa della sua venuta

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Missione Oggi

La opción por el pobre después de Aparecida: Confirmación, desafío, y búsqueda
INTRODUCCIÓN
 
El objetivo de la ponencia que les voy a compartir es triple:
 
Primero: mostrar cómo Aparecida tiene el inmenso valor no solo de confirmar ( G. Gutiérrez emplea el término de reafirmar) el valor y el sentido de la Opción por el Pobre, expresión que empezó a utilizarse en la Teología desde la Conferencia de Medellín y que popularizó y divulgó la Teología de la Liberación, sino sobre todo, de poner un punto final a las discusiones, ambigüedades, diversidad de interpretaciones que suscitó esa expresión y sobre todo de mostrar el valor fundamentalmente evangélico de la manera de pensar y de actuar que conllevaba la práctica de esta Opción por el pobre.
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