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Coreia do Sul: Corrigir o passado, melhorar o futuro PDF Stampa E-mail
Scritto da p. Álvaro Pacheco, imc   
ImageOs veteranos da guerra do Vietname tornaram públicos o projecto de construção de um centro de reabilitação para pessoas que sofrem doenças várias causadas pelos desfolhantes usados durante a guerra

A Associação de Veteranos Inválidos da Coreia assinou um acordo com as autoridades da província de Quang Nam, no Vietname, para a construção do centro. Chama-se “Cidade da Paz Coreia-Vietname” e terá capacidade para acolher e tratar entre 80 a 100 veteranos da guerra do Vietname e seus familiares que sofram de doenças causadas pela exposição ao “Agente Laranja”, um desfolhante altamente tóxico usado na guerra.

Esta estrutura custará dois milhões de dólares e será construída num terreno cedido pelo governo de Quang Nam. A construção será totalmente financiada pela Associação de Veteranos Inválidos da Coreia. Para além do terreno, as autoridades de Quang Nam irão também disponibilizar assistência administrativa.


O projecto tem como objectivo a promoção da amizade entre a Coreia e o Vietname, países inimigos durante a guerra orientada pelas tropas americanas entre 1964 e 1973. Na altura, a Coreia enviou cerca de 320 mil soldados, formando assim o segundo maior contingente militar depois dos norte-americanos.

O “Agente Laranja”, assim chamado pela sua cor, foi usado para destruir selvas e florestas nas quais os comunistas vietnamitas se escondiam durante a guerra. Mais tarde, veio a causar graves problemas de saúde aos veteranos da Coreia, dos Estados Unidos e, sobretudo, do Vietname, assim como entre a população civil.
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Missione Oggi

Mission in the Second Decade of Globalization
The Second Decade of Globalization

It might seem odd to some in this seminar on mission and globalization and what it means for missionary congregations to begin talking about the “second” decade of globalization. I have deliberately chosen to do so for a number of reasons. The first is to remind us how long we have been grappling with this phenomenon. While talk about globalization reaches back into the 1980s, it wasn’t until the collapse of Communism in most countries and the rapid spread of information and communication technologies that globalization began to press itself upon our consciousness as it does today. Secondly, in having had nearly two decades to ponder it, we should be looking at the phenomenon in a more nuanced way.
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