Narrow screen resolution Wide screen resolution
Raposa Serra do Sol: Carta da CNJP ao presidente do Brasil Stampa E-mail
Scritto da p. Elísio Assunção, imc   
Manuela SilvaMeus caros Amigos,
Junto a carta da Comissão Nacional de Justiça e Paz ao presidente do Brasil, sobre a questão indígena Raposa Serra do Sol, Roraima, no Brasil. A presidente da CNJP, prof. Manuela Silva, recebeu a Delegação Indígena a 4 de Julho pp, tendo tomado conhecimento da grave situação que os cinco povos indígenas, Macuxi, Wapichana, Taurepang, Ingarikó e Tapamona, enfrentam com a ocupação das suas terras pelos empresários agrícolas que se recusam a sair do território, como estabelecido no decretode homologaçao do presidente Lula da Silva, de Qbril de 2005.

Mantendo-se ilegalmente na área da raposa Serra do Sol, os seis produtores de arroz, além de degradarem o ambiente com pestiicdas nas terras ocupadas, têm espalhado o terror e a violência entre as 194 comunidades que habitam aquela área demarcada.


Perante o ataque do estado de Roraima ao decreto-lei de Lula da Silva, com o recurso para o Supremo Tribunal Federal do Brasil, para declaração da sua ilegalidade, a Delegação Indígena deslocou-se à Eurpa e em vários países explicou a situação e solicitou o apoio de entidades civis e políticas à sua causa. Depois de ouvir a exposição da Delegação Indígena e de conhecer detalhadamente a situação, a prof. Manuela Silva comprometeu-se a fazer o que estivesse ao seu alcance para apoiar a causa indígena. Desde logo deu a conhecer a audiência que deu aos indígenas e comprometeu-se a escrever ao presidente Lula da Silva para apoiar a sua decisão e afimar que a presença dos índios naquelas terras é "garantia de desenvolvimento sustentável da Amazónia".

Agradeço a difusão da carta da CNJP.
< Precedente   Prossimo >

Missione Oggi

Colombia- Ecuador: sobre la pastoral afro en nuestra región
La opción por una pastoral con los afrodescendientes es un camino tan antiguo como son las resistencias de grupos de hombres y mujeres que desde la trata de los esclavos vieron con ojos de inconformidad la discriminación histórica, el mal trato, el abandono y el olvido de los hijos y las hijas de africanos arrancados de sus raíces y esclavizados en distintas partes del mundo. Para eso contamos con el testimonio de personas como San Pedro Claver- un misionero y sacerdote jesuita conocido por su entrega para aliviar el sufrimiento de los esclavos del puerto negrero de Cartagena de indias convirtiéndose en una de las figuras santorales más apasionantes y arriesgadas del siglo XVII. De la misma forma, surgieron líderes de los pueblos como Benkos Biojo, un africano esclavizado en Colombia que para la dignidad de su gente logró fugar de sus esclavizadores.
Leggi tutto...